
TUDO E NADA
Quando olho nos meus olhos,
parece que tudo calmo se faz,
e fico a pensar...
Porque mentir sorrisos,
quando o próprio riso,
se deixou fechar?
Se é tão fácil adiar para depois,
qualquer coisa do porque e do ser...
Por que então,
cremos que tudo está bem,
enfrentando certezas,
para depois, deixa-las na morte,
do esquecimento total?
Ah! Vida de decisões difíceis,
de intenções que se tornarão pó,
no hoje, no amanhã e
até mesmo depois...
Sem medo de ser dominado
pelo delírio do instante.
Somos vítimas de mandatos,
sutilmente incutidos,
onde a aparência cultiva enganos,
de qualquer tudo em nós,
porque tudo será...
Sempre tudo!
E sempre tudo será...
Sempre nada!!!
parece que tudo calmo se faz,
e fico a pensar...
Porque mentir sorrisos,
quando o próprio riso,
se deixou fechar?
Se é tão fácil adiar para depois,
qualquer coisa do porque e do ser...
Por que então,
cremos que tudo está bem,
enfrentando certezas,
para depois, deixa-las na morte,
do esquecimento total?
Ah! Vida de decisões difíceis,
de intenções que se tornarão pó,
no hoje, no amanhã e
até mesmo depois...
Sem medo de ser dominado
pelo delírio do instante.
Somos vítimas de mandatos,
sutilmente incutidos,
onde a aparência cultiva enganos,
de qualquer tudo em nós,
porque tudo será...
Sempre tudo!
E sempre tudo será...
Sempre nada!!!
(Zeze Couto)